sexta-feira, 11 de março de 2011

“Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou…” F.P

De raiz humana, ser estranho talvez. Sempre a crescer e aprender, na cidade que me viu nascer, Bragança terra linda.
Eis que criança fui, e quando o fui adulta logo quis ser, hoje que cresci olho para trás e só a nostalgia da infância me preenche. A idade mais linda, aquela que vou fazendo e festejo, somente épocas na vida diferentes que passam e jamais esquecerei.
Tempos que já lá vão, mas vontades e desejos anseio, creio na possibilidade da concretização mesmo com obstáculos e dificuldades.
Sentido perfeccionista, esse nunca me falha, orgulho e teimosia, por defeito ou virtude são aqueles que me distinguem.
Estudante sou, e a Vila Real fui parar, na UTAD vou estudando para um dia poder trabalhar.
Comunicação e Multimédia frequento, chama-se presente e tem a duração de 3 anos, um tempo que passa. Tempo esse que necessito, procuro e desafio sem pudor.
Utopias que me perseguem, histórias da vida que não esqueço, palavras á toa, as que escrevo e encaixo. Música, aquela que deambula entre mim e as minhas meditações, entre o desporto e as sessões de cinema, entre a liberdade e o diálogo, entre momentos e contratempos.
Novos rumos procuro e novas gentes encontro.
“Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou…” Fernando Pessoa (fonte de inspiração sempre).
Carina Pires

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